Olá!
Fiquei pensando hoje em você, o que nunca havia me ocorrido, e sabe que no fundo adorei.
Seus olhos penetrantes, penetraram dentro de mim trazendo bem do fundo, lá do esquecimento... coisas que até o momento não consigo compreender com o pensamento, pois o coração fala mais alto. Vieram lembranças de quando ainda agia como um adolescente (escrevia bilhetes, brincava de queimada, caí-no-poço, paqueras inocentes, grandes amores...) e que sonhava com uma pessoa “ideal”... Tempos, aqueles, que não voltam mais e que só deixam lembranças maravilhosas.
E nessas lembranças, seus olhos penetrantes trouxeram-me uma visão, onde me tornava um adolescente e escrevia algo a alguém, alguém que no momento não podia imaginar quem era... Nesta folha de papel acetinado, com laços brilhantes, se via o seguinte enredo, escrito em letras garrafas de fina cor dourada:
“Não posso dizer que a amo, mas sei que há um sentimento de carinho que, quem sabe não possa vim se tornar amor... No momento não posso dizer que estou loucamente apaixonado, mas quem sabe esta paixão não possa vim a surgir... Não posso dizer que não penso em você, que estaria mentindo, pois neste momento já estou pensando... Não posso dizer que seria feliz ao meu lado e eu ao seu, mas quem sabe?... Não posso te oferecer meu amor, mil felicidades... Mas quem sabe num presente próximo não possamos estar de mãos dados e tudo tornar realidade”. A única coisa que sei no momento é que não posso descartar nem uma das possibilidades, pois se isso eu fizer, estarei desviando o destino e quem sabe não posso ser infeliz futuramente por deixar de lado a possibilidade de estarmos juntos...
Ainda havia mais coisas que não lembro, mas tenho certeza que era onde começava as mais belas palavras de amor... e bem a frente uma parte intitulada: “Nós Dois”, onde tudo pode começar da maneira que acharmos melhor... Mas para iniciarmos a escrever esta história temos que darmos uma oportunidade para nós dois, e no fundo tenho medo e não sei você!...
E o intrigante de tudo isso foi que, era uma visão quase real, mas havia um pouco de incertezas que agora continuam... Mas tenho certeza que poderá desaparecer se haver um momento para nós dois...
Mário de Almeida
Fiquei pensando hoje em você, o que nunca havia me ocorrido, e sabe que no fundo adorei.
Seus olhos penetrantes, penetraram dentro de mim trazendo bem do fundo, lá do esquecimento... coisas que até o momento não consigo compreender com o pensamento, pois o coração fala mais alto. Vieram lembranças de quando ainda agia como um adolescente (escrevia bilhetes, brincava de queimada, caí-no-poço, paqueras inocentes, grandes amores...) e que sonhava com uma pessoa “ideal”... Tempos, aqueles, que não voltam mais e que só deixam lembranças maravilhosas.
E nessas lembranças, seus olhos penetrantes trouxeram-me uma visão, onde me tornava um adolescente e escrevia algo a alguém, alguém que no momento não podia imaginar quem era... Nesta folha de papel acetinado, com laços brilhantes, se via o seguinte enredo, escrito em letras garrafas de fina cor dourada:
“Não posso dizer que a amo, mas sei que há um sentimento de carinho que, quem sabe não possa vim se tornar amor... No momento não posso dizer que estou loucamente apaixonado, mas quem sabe esta paixão não possa vim a surgir... Não posso dizer que não penso em você, que estaria mentindo, pois neste momento já estou pensando... Não posso dizer que seria feliz ao meu lado e eu ao seu, mas quem sabe?... Não posso te oferecer meu amor, mil felicidades... Mas quem sabe num presente próximo não possamos estar de mãos dados e tudo tornar realidade”. A única coisa que sei no momento é que não posso descartar nem uma das possibilidades, pois se isso eu fizer, estarei desviando o destino e quem sabe não posso ser infeliz futuramente por deixar de lado a possibilidade de estarmos juntos...
Ainda havia mais coisas que não lembro, mas tenho certeza que era onde começava as mais belas palavras de amor... e bem a frente uma parte intitulada: “Nós Dois”, onde tudo pode começar da maneira que acharmos melhor... Mas para iniciarmos a escrever esta história temos que darmos uma oportunidade para nós dois, e no fundo tenho medo e não sei você!...
E o intrigante de tudo isso foi que, era uma visão quase real, mas havia um pouco de incertezas que agora continuam... Mas tenho certeza que poderá desaparecer se haver um momento para nós dois...
Mário de Almeida
Nenhum comentário:
Postar um comentário